Querem integrar a lógica meat free na matriz da cultura urbana, uma forma orgânica, realista e saudável de interagir com o que os rodeia.
“Viver na floresta de betão é um quid pro quo considerado aceitável em troca dos estímulos incríveis que nos rodeiam. Mas se viver no mainstream confortável não é seguramente compensador. Sempre existiu na cultura urbana moderna uma necessidade de criar subculturas porque o ruído é tal que nos afasta daquilo que nos liga a nós próprios, rejeitando a simbiose e elegendo o facilitsmo como quotidiano. São vários os exemplos com o objectivo de contornar a ausência da nossa ligação ao visceral, dos quais destacamos o movimento DIY (Do It Yourself) e mais recentemente o urban farming. Esta ideia de sustentabilidade dentro da matriz social actual interessa-nos explorar. Aliada à componente saudável, conseguimos ver o potencial para criar sinergias que nos permitam continuar a explorar os limites do meio citadino. Afectivamente, queremos promover um espaço desenhado para ir ao encontro de um status de equilíbrio, esse que nos vem escapando há tanto tempo.”

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